Adeus ano velho..

Ultimo dia do ano. Memórias. Acontecimentos, festas, sorrisos, choros, novidades, segredos, verdades, mentiras, conquistas,perdas, amores… Todo mundo começa a se preparar pra festejar a virada do ano. Família, amigos, todo mundo presente. Desejos, pedidos, vontades, metas. E então,  o que você espera pra esse novo ano? Muitos querem que o ano seja diferente, que as coisas mudem, mas o que você está fazendo pra as coisas mudarem? o que você vai fazer pro próximo ano ser melhor? O que define as coisas são suas atitudes, nunca esqueça disso. Não ache que as coisas vão cair do céu, porque não vão! Pare e pense o que não está bom e MUDE! Corra atrás, faça esforço. Tudo pode ser melhor se você quiser e o que está bom pode melhorar ainda mais. Faça mais pessoas felizes, lembre-se sempre de mostrar a sua família o quanto a ama, visite seus amigos. As melhores coisas da vida estão nas pequenas atitudes, então todo dia ao acordar, agradeça pelo novo dia, pela nova oportunidade de fazer algo diferente, de corrigir erros, de aprender coisas novas! Mentalize coisas boas, não guarde rancor, perdoe, se ame, ame alguém. Sempre há tempo de fazer mudanças! 

Desejo feliz ano novo para todas as minhas leitoras e leitores, um ano com melhores dias, com mais brilho, mais felicidade, mais energia, mais sorrisos, mais amor, mais saúde! Que vocês conquistem seus objetivos e mereça essas conquistas!

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Se preparem pro ano que está chegando! Feliz 2O13!

Um grande beijo, Amanda Carm

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Proteger

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Quero alguém que me proteja, que me faça perder o medo. Que me abrace e me faça esquecer do mundo. Quero alguém que quando eu estiver triste não me fale nada, mas que faça eu me sentir melhor com um sorriso e com a presença. Quero alguém que deixe meus dias mais alegres, que me faça sentir segura, que não deixe que eu me preocupe com nada. Quero alguém que me faça esquecer das coisas ruins do mundo, que me faça ser uma pessoa melhor. Quero alguém que se preocupe comigo, com o que acontece na minha vida, que pergunte e se interesse sobre meu dia. Quero alguém que me dê pequenos presentes, mas que esses presentes sejam de coração. Não precisa ser grande coisa, mas algo que me faça saber que sou amada. Quero alguém que me esquente nos dias frios, que faça planos comigo. Quero alguém diga que me ama com um brilho no olhar, quero alguém pra cuidar. Mas a  verdade é que é muito difícil achar alguém que seja verdadeiro, que ame sem ter medo e é por isso que quando encontrar alguém que te ame de verdade,não importa o que aconteça,não importa o que seja dito. Não a solte.

O dom de esmorecer.

 

E eles ainda estavam lá. Juntos, não como ela desejara, mas estavam. Se viam aos fim de semanas, ou por acaso naquela cidade quente onde habitavam, se falavam, trocavam idéias, e sempre com aquele desejo de cuidar um do outro. Não sei se por destino, mas o deles não queriam se cruzar. É como se os laços tivessem que se separar desde quando se conheceram, mas eles insistiam, insistiam naqueles encontros onde talvez os batimentos só era visível em um de ambos. Era uma situação complicada, era dúvida, era desejo, era carinho.. Mas não era amor. Então o que era, meu Deus? Era um desejo interminável de saber onde estavas, e com quem estavas. Era uma vontade fora do comum de só sentir sua presença. Ele transmitia calor quando chegava, onde as pedras de gelo que ocupavam o lugar do seu coração se derretiam apenas por tê-lo ali, sim. Não o precisava, a ela não era permitido nenhuma gota de romance, ela só aceitaria se fosse amor. Amor? Acho que ela está pedindo um pouco demais. Não era amor, era a sua vontade louca de amar que estava bagunçando tudo, se não bastara seu quarto, sua vida também estava uma bagunça.. Então esmorece, arruma, limpa que volta tudo ao seu lugar.

Autora: Kamylla Bortoluzzi

Meu mundo

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E eu me deitei com os olhos cheios d’água. Sabia que quando eu acordasse aquilo não seria só mais um sonho ruim. Era como viver no meu pior pesadelo, onde onde eu me imaginava sozinha e de repente era assim que as coisas eram. Eu caí dentro dele quando você partiu. Meus temores, meus dramas, meus maiores desamores pareciam abertos de novo, expostos como uma ferida que acabou de aparecer depois da queda. Por mais que a gente se angustie na hora e se assuste com todo aquele sangramento, remédio nenhum adianta de verdade. É sério, é só prestar atenção. Os cuidados básicos só se tratam de deixar o ferimento aberto, limpo e esperar q ele sare com o passar do tempo. E quer saber? É assim em qualquer aspecto da vida. No primeiro dia eu não soube o que fazer. Talvez tenha te ligado e me desesperado e mandado mil mensagens de todas as formas que eu podia. (Talvez?.. Não. Eu realmente fiz isso). No segundo dia eu decidi que era uma nova pessoa e que de agora em diante não me magoariam mais, agora eu era quem magoaria alguém, só pra descontar o sofrimento em alguém que nada tivesse a ver com ele. No terceiro dia eu só pensei em sair… E em beber. Beber até onde eu não mais pudesse sentir nada. Dor física, emocionalmente. Nada mesmo. Gostava de brincar que beberia pra esquecer do seu nome… e do meu também. No quarto dia eu achei não amaria mais e que talvez um convento fosse a solução; quem sabe? Se os homens da terra decepcionam, que ao menos os do céu me salvassem! No quinto dia, o céu, que antes era fechado, ainda não tinha sol mas agora só aparentava ter sido uma chuva passageira. No sexto dia eu acordei na manhã mais bonita. Sem chuva, sem ferida. Agora, cheia de calmaria, eu enxergava por entre as nuvens que não estavam mais ali pra atrapalhar que o meu sol brilhasse. Se Deus construiu o mundo em seis dias, eu usei os mesmo seis dias pra reconstruir o meu.

Doce amargo.

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Ela nunca foi “mais”. Não era a mais bonita, não era a mais inteligente e no final das contas ela nem queria ser. Não que ela fosse medíocre, mas é que passar por média e não ser deformada já lhe bastava. Alguns a chamavam de “linda”, em contrapeso às ofensas que também a diziam. Ela nunca foi noiva na quadrilha da escola, apesar de ser convidada. No folclore, recusou ser a Diana-dos-dois cordões, porque achava que o personagem era do tipo “em cima do muro” e isso não combinava com ela. Não quis fazer a Dona Baratinha no teatro porque preferia se mudar pro Zimbabué a se apresentar em público. As meninas da turma faziam dança e ela aula de desenho. As outras crianças brincavam com palhaços enquanto ela tinha medo deles. Não era uma criança diferente por completo. Ela também tin

ha amigos. Também corria, brincava, subia em árvore e soltava fogos no São João. Mas é que a menina filha única nunca tivera vontade de ser um padrão. Essas coisas iguais se misturam com muita facilidade; ela nem gostava de multidão, quem dirá ser cópia fiel a um monte de gente? Toda a companhia da menina se resumia a um cachorro, uma resma de papel e um caixa de lápis com cinquenta e duas cores diferentes. A garota viajou longe, mas onde eu soube, nunca tivera nem passaporte pra carimbar. Tem gente que sente um gosto amargo na boca logo cedo e acha que esse desprazer na juventude vai justificar sua rabugice pra vida inteira. A tal menina se amargou cedo sim e muito – com um monte de gente, com um bocado de coisas. Mas só porque a menina sofreu não significar dizer que a mulher há de sofrer também. A mulher agora decidiu que as coisas serão diferentes. Que tudo de errado que ela viu na vida lhe cabia o concerto e que ela mesma ia fazê-lo. Que se a vida não lhe sorriu antes, talvez tenha sido só por falta da piada certa. Ela decidiu ser tudo, assim que descobrir o que exatamente é esse tudo. Mas, além disso, a moça se comprometeu muito cedo, consigo mesma, que antes de qualquer coisa, ela seria irritantemente feliz.